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Análise de Pontos de Função – TRE-BA – 2010 – CESPE

Em um projeto de desenvolvimento, uma contagem deve incluir a funcionalidade provida pela conversão de dados e relatórios associados com os requisitos de conversão de dados.

Certo ou Errado? Certo

Entrada Externa é um processo elementar que processa dados ou informações de controle provenientes de fora da fronteira da aplicação. A intenção primária de uma Entrada Externa é manter um ou mais ALI ou alterar o comportamento do sistema.

São Entradas Externas

  • Transações de entrada de dados que mantêm ALI;
  • Transações usadas para alterar o comportamento do sistema ou controlar seu fluxo de processamento (informações de controle);
  • Cada processo elementar utilizando uma ou mais telas para manter um ou mais ALI;
  • Processos compostos de entrada de dados online, cujos dados são primeiramente armazenados para um posterior processo batch que atualizará os arquivos;
  • Cada atividade de atualização (inclusão, alteração e exclusão) deve ser considerada como uma Entrada Externa;
  • Funções de conversão de dados são contabilizadas como Entradas Externas dentro da contagem do projeto de desenvolvimento/manutenção.
Natural de Salvador-BA, é graduado em Analise de Sistemas pela Universidade Católica do Salvador (UCSal, 2003), e Especialista em Engenharia de Software pela Universidade Salvador (2010).

Análise de Pontos de Função – Detran-ES (2010) – CESPE

A métrica utilizada na análise de pontos por função é mais bem caracterizada como uma métrica para estimar o esforço para produção de determinado software que como uma métrica para estimar o prazo para produção desse software.

Certo ou Errado? Certo

A questão está correta, APF é apenas um método para medir o tamanho do software em unidades chamadas Pontos de Função. Métricas como desempenho, prazo são calculadas utilizando os Pontos de Função em conjunto com outros fatores.

Natural de Salvador-BA, é graduado em Analise de Sistemas pela Universidade Católica do Salvador (UCSal, 2003), e Especialista em Engenharia de Software pela Universidade Salvador (2010).

TRT 4ª Região – Técnico Judiciário – 2011 – FCC

No contexto de banco de dados relacional, das 12 regras definidas por Codd, aquela que determina que os programas de aplicação e as operações interativas devem permanecer logicamente inalteradas, quaisquer que sejam as trocas efetuadas nas representações de armazenamento e métodos de acesso, chama-se independência

a) lógica dos dados.

b) física dos dados.

c) de acesso.

d) de integridade.

e) de distribuição.

Resposta: B

 

As Regras de Codd são:

Um banco de dados, para que seja considerado "totalmente relacional", deve atender as 12 regras definidas por E. F. Codd, o criador do modelo relacional para banco de dados.

As doze regras de Codd estão baseadas na regra zero, que determina o seguinte: "Qualquer sistema considerado, ou que deseja ser, um sistema gerenciador de banco de dados relacional deve ser capaz de gerenciar, por completo, bases de dados através de sua capacidade relacional". Essa regra determina que um SGBDR não permite exceções quanto ao modelo relacional de gerenciamento de bases de dados.

As 12 Regras são as seguintes:

  • Regra 1 – Representação de valores em tabelas: Todas informações do BD relacional são representadas de forma explícita no nível lógico e exatamente em apenas uma forma – por valores em tabelas.
  • Regra 2 – Acesso Garantido: Cada um e qualquer valor atômico (datum) em um banco de dados relacional possui a garantia de ser logicamente acessado pela combinação do nome da tabela, do valor da chave primária e do nome da coluna.
  • Regra 3 – Tratamento sistemático de nulos: Valores nulos devem ser suportados de forma sistemática e independente do tipo de dado para representar informações inexistentes e/ou inaplicáveis.
  • Regra 4 – Dicionário de dados ativo baseado no modelo relacional: A descrição do banco de dados é representada no nível lógico da mesma forma que os dados ordinários, permitindo que usuários autorizados utilizem a mesma linguagem relacional aplicada aos dados regulares.
  • Regra 5 – Linguagem Detalhada: Um sistema relacional pode suportar várias linguagens e várias formas de recuperação de informações. Entretanto, deve haver pelo menos uma linguagem, com uma sintaxe bem definida e expressa por conjuntos de caracteres, que suporte de forma compreensiva todos os seguintes itens: definição de dados, definição de views, manipulação de dados (interativa e embutida em programas), restrições de integridade, autorizações e limites de transações.
  • Regra 6 – Atualização de Views: Todas as visões ("views") que são teoricamente atualizáveis devem também ser atualizáveis pelo sistema.
  • Regra 7 – Atualização de alto nível: A capacidade de manipular um conjunto de dados (relação) por meio de um simples comando deve-se estender às operações de inclusão, alteração ou exclusão de dados.
  • Regra 8 – Independência Física: Programas de aplicação permanecem logicamente inalterados quando ocorrem mudanças no método de acesso ou na forma de armazenamento físico.
  • Regra 9 – Independência Lógica: Mudanças nas relações e nas views provocam pouco ou nenhum impacto nas aplicações.
  • Regra 10 – Independência de Integridade: As aplicações não são afetadas quando ocorrem mudanças nas restrições de integridade.
  • Regra 11 – Independência de Distribuição: As aplicações não são logicamente afetadas quando ocorrem mudanças geográficas dos dados. Devem permanecer inalterados quando são distribuídos em meios ou máquinas diferentes.
  • Regra 12 – Não Subversão: Se um sistema possui uma linguagem de baixo nível, essa linguagem não pode ser usada para subverter as regras de integridades e restrições definidas no nível mais alto.

Além dessas doze regras básicas, o modelo relacional também define nove regras estruturais que tratam da definição de chaves primárias, chaves estrangeiras, views, tabelas etc.; dezoito regras de manipulação que definem as operações de "join", "union", "division" etc.; e três regras de integridade: integridade de entidade, integridade referencial e a capacidade de definir outras regras de integridade sem introduzir dependência estrutural. A integridade de entidade define que uma chave primária não pode ter valores duplicados ou nulos.
A integridade referencial determina que o valor de uma chave estrangeira deve ter obrigatoriamente correspondência em uma chave primária de uma outra relação.

Natural de Salvador-BA, é graduado em Analise de Sistemas pela Universidade Católica do Salvador (UCSal, 2003), e Especialista em Engenharia de Software pela Universidade Salvador (2010).